Como identificar e prevenir a osteoporose

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Como identificar a Osteoporose

Exatamente igual aos outros tecidos do corpo humano, o osso é uma estrutura viva que se mantém saudável através da alteração do osso velho pelo novo. Quando o corpo humano não consegue formar material ósseo suficiente ou uma significativa parcela de material dos ossos velhos é reabsorvida pelo corpo, é desenvolvida a doença metabólica e sistêmica denominada osteoporose. Com os ossos não sendo renovados, eles vão ficando enfraquecidos, tornando-se cada vez mais sujeitos a fraturas. Esse post vai te mostrar como identificar e prevenir a osteoporose.

A osteoporose é uma doença quase sem sintomas na fase inicial e, deste modo, só costuma apresentar indicativos na fase avançada. Se o indivíduo não costuma fazer exames regularmente, é possível que só seja diagnosticado quando a doença estiver em fase avançada. Os principais sintomas de identificação são as dores nos ossos ou nas articulações, com destaque para a lombar, as fraturas cada vez mais constantes ao pequeno impacto, a diminuição da estatura, em 2cm ou 3cm, causadas por rupturas das vértebras da coluna, os ombros caídos e a dor  no pescoço quando o mesmo é movimentado.

Saiba como identificar e prevenir a osteoporose

Embora a osteoporose seja muito associada aos idosos, devido a perda natural da densidade óssea, e as mulheres na menopausa, que ficam com baixo nível de estrogênio, o hormônio responsável pela fixação do cálcio, ela também pode se manifestar em pessoas jovens, que não possuam uma ingestão diária suficiente de cálcio e vitamina D ou que já tiveram síndrome de cushing,  hiperparatireodismo primário ou terciário, hipertireodismo, acromegalia, doenças renais, doenças inflamatórias intestinais, doenças reumáticas ou usaram medicamentos a base de hormônios tireoidianos, warfarina, lítio, metotrexato, entre outros.

É recomendado que a prevenção contra a osteoporose comece antes dos 40 anos. Com uma alimentação rica em cálcio, vitamina D, magnésio e fósforo, que são essenciais para que os ossos se mantenham fortes, desta forma é possível que a prevenção seja eficaz.

Alimentos como leite, queijos, sardinha, couve cozida, brócolis, ovos, figo seco, peixes gordurosos (como o salmão), fígado, leguminosas e cogumelos, são alguns exemplos de boas fontes de nutrientes e vitaminas. É importante destacar que é recomendado a ingestão diária de 1.000mg de cálcio para indivíduos de 31 a 50 anos e 1.200mg do nutriente para pessoas com mais de 50 anos e, é fundamental, o banho solar diário para obtenção de vitamina D, de pelo menos, 15 minutos, sem protetor solar e fora dos horários de pico.

Vale ressaltar que a prevenção da osteoporose vai muito além da alimentação. A prática de exercícios físicos de forma regular, como caminhadas, por exemplo, auxilia na prevenção da fraqueza óssea e contribui para que o organismo funcione de forma saudável e equilibrada. O exercício físico faz com que os ossos e as articulações tenham impactos, e o corpo humano compreende isso como uma necessidade de elevar a massa óssea, aumentando assim a resistência do tecido.

Outra dica importante para a prevenção da doença é que indivíduos que fumam e que consomem bebida alcoólica em excesso, tem maior probabilidade de desenvolverem osteoporose. As substâncias tóxicas do cigarro fazem com que as células responsáveis pela formação dos ossos fiquem mais enfraquecidas, além de alterarem o metabolismo do estrogênio. Já o álcool, reduz a absorção de cálcio pelo organismo, o que provoca a diminuição da massa óssea.

Para evitar a osteoporose, é recomendado, também, que sejam feitas consultas com ortopedistas, a fim de realizar exames para verificar e avaliar a densidade óssea. As mulheres com mais de 65 anos e os homens com mais de 70, devem realizar essa visita anualmente. Além disso, o histórico familiar merece destaque, e, ao identificar que existem portadores de osteoporose na família, o cuidado e a prevenção devem ser ainda maiores.

A osteoporose não tem cura, porém, pode ser controlada e o tratamento vai de acordo com a causa. Podem ser receitados medicamentos, como calcitonina, ranelato de estrôncio, suplementação de cálcio ou outro nutriente, reposição de estrogênio, fisioterapia ou cirurgia.

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