Conheça os fatores de risco para o câncer de pele

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Estima-se hoje que 25% da população tem incidência em câncer de pele. Em menção ao dia 30 de novembro, o Dia Internacional do Câncer de pele, fizemos o post desse mês com o intuito de alertar sobre alguns fatores de risco para além da desproteção da pele nos dias quentes.


O câncer de pele, assim como outros tipos de câncer, é silencioso e, por isso, um terço das pessoas não consegue detectar inicialmente a presença da doença. Além disso, o câncer de pele é muito pouco discutido e abordado, e isso se prova por uma pesquisa realizada com mais de 2 mil pessoas na Instituição Nuffield Health – que aponta para um percentual de quase 50% da população que não acredita que pode desenvolver a doença.

Esses dados são preocupantes, uma vez que uma parte considerável das pessoas já tomou sol de forma desprotegida por um longo tempo na vida – e essa acumulação pode ser registrada no corpo. Por isso, as formas de prevenção devem ser ensinadas desde a infância.

Tentativas de se bronzear

Quem não quer ter pele bronzeada no Verão, não é? Tomar sol e adquirir um bronzeado natural é o que muitas mulheres querem. No entanto, ficar horas expostas ao sol sem o devido cuidado é um dos principais fatores de risco. A nossa pele é muito sensível e, como nem sempre conseguimos o bronzeado que esperamos, o tempo de espera acaba sendo longo e a nossa pele fica exposta aos raios UVA e UVB.

Primeiramente, é válido ressaltar que o protetor solar deve ser usado em todas as ocasiões, não apenas quando vamos ao clube ou à praia. Na hora de ir trabalhar, visitar alguém, tendo contato diretamente com o sol, a proteção contra os raios UVA e UVB deve ser garantida e eficaz. Além disso, é preciso usar também outros acessórios como chapéu e óculos, sobretudo, no cotidiano. O sol não está só nos nossos momentos de lazer, mas presente também em nossa rotina.

Histórico familiar

O histórico familiar também é uma grande incidência de câncer, por isso, se alguém na sua família tem carcinoma (resultado de uma longa exposição ao sol), é bom ficar atento. O problema se encontra no melanoma, que ainda é pouco explorado pela medicina e por isso, características mais sensíveis podem ser herdadas. Fique atento aos sinais!

Além da sua herança genética, é bom mapear o seu histórico também, uma vez que o desenvolvimento do carcinoma indica um comportamento de risco que deve ser monitorado por um médico especialista. Com isso, você precisa estar disposto a adotar hábitos como usar regularmente o protetor solar, preferir a sombra e evitar exposição solar no horário do almoço.

Pintas que começam a aparecer por todo o corpo

Apesar de ser estiloso e charmoso, ter pintas espalhadas por todo o corpo é sinal de alerta. Essas pintas surgem ao longo da vida por exposição excessiva ao sol e precisam ter seu desenvolvimento acompanhado por um dermatologista. Esse controle feito pelo ABCDE dos médicos, detectará, pelo formato, diâmetro e textura, a gravidade da situação.

Por isso, se ter muitas pintas no seu corpo é o seu caso, procure um acompanhamento dermatológico e observe também o crescimento. Quando perceber que a pinta fica viscosa e ganha uma aparência de verruga, não há problemas. Mas se ela crescer para os lados e parecer uma mancha, pode estar havendo uma quantidade maior – o que já é suficiente para se preocupar.

Agora que você conhece os fatores de risco, fique atento! Faça uma visita regular ao dermatologista. Leve o seu histórico familiar e peça um acompanhamento. Além disso, todo cuidado é pouco na sua rotina. Esteja sempre com o protetor solar na bolsa e portando outros acessórios como óculos escuros e chapéu.

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